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Como contornar os desafios de contratar e reter os melhores talentos de tecnologia?

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Diante da crescente demanda por profissionais de tecnologia, estamos vivendo uma corrida pelos melhores talentos. E isso tem tudo a ver com termos como: YOLO – You only live once, Passion Economy, Liquid workforce, Workforce Ecosystem.

Enquanto estamos entendendo o impacto que a pandemia terá no novo modelo de trabalho, esses termos evidenciam a transformação que vêm acontecendo. Destaco o idioma pois, se antes já falávamos em um mundo sem fronteiras, agora essa realidade ficou ainda mais presente – e a disputa por talentos é global.

O interesse pelo trabalho remoto e a busca por mais motivação no trabalho já são uma realidade.

Quer entender mais sobre os motivos pelos quais existe uma corrida pelos melhores talentos de tecnologia? Continue a leitura! 

Concorrentes Internacionais

As demandas digitais não param de crescer. Enquanto isso, os melhores talentos estão capacitados em nível de idioma e de competências técnicas para trabalharem em uma companhia fora do país. 

Esses(as) profissionais de destaque recebem propostas semanais, intensificando a corrida por talentos. E, quando a remuneração é oferecida em dólar, principalmente nos dias de hoje, a proposta se torna ainda mais atrativa. 

Além da questão salarial, a experiência gerada pela internacionalização do trabalho também é um fator importante.

Mas do que vale tudo isso se o funcionário(a) não se sentir valorizado?

Humanização e Saúde Mental

A chave para  relações de trabalho mais humanizadas está na preocupação dos tomadores de decisão nas empresas. Afinal, ela precisa ir muito além da compreensão das pessoas como operadores de processos e máquinas dentro da estrutura organizacional. 

É preciso trazer mais valorização. Mas por onde começar?

 A preocupação cada vez maior em promover saúde mental no trabalho pode ser um bom exemplo, especialmente quando olhamos para uma nova onda de cargos, como Head de Saúde Mental.

Após a proposta de Head de Diversidade, Equidade e Inclusão, a tendência é que o ambiente de trabalho seja pensado com foco nas pessoas, muito além dos processos. 

Mas esse é apenas um exemplo das mudanças no ambiente de trabalho.

Flexibilidade e autonomia no trabalho

Diante dessas tendências, os formatos de trabalho mais flexíveis, que proporcionam maior autonomia e também oferecem remunerações agressivas, estão se popularizando. 

Os marketplaces para talentos e outras plataformas configuram esse novo modelo de trabalho, viabilizando maior acesso entre oferta e demanda de produtos, serviços ou bens no geral. 

Com tudo isso, gerentes e líderes de empresas, ao pararem para visualizar onde estão seus investimentos nas políticas e programas de gestão de pessoas, podem ter um bom diagnóstico se estão conseguindo ou não acompanhar essas tendências.

Há também a oportunidade de flexibilizar os movimentos de carreira dentro da empresa, dando mais autonomia para que cada profissional possa circular pela empresa engajando com projetos que façam sentido para si. 

O Projeto Camaleão criado pelo Google ajuda a compreender melhor como essa lógica de carreira está sendo radicalmente repensada. 

Criando conexões reais com os colaboradores

Com a crescente oferta de melhores experiência do usuário, as empresas podem aproveitar a oportunidade para desenvolver um novo olhar para seu público interno – que possibilita o funcionamento do negócio.

As necessidades da empresa devem andar juntas com os desejos e expectativas de seus talentos, compondo um ambiente colaborativo e produtivo, no qual todos contribuem com suas próprias ideias e experiências.

Mas não basta a disponibilidade, suas expectativas precisam caminhar em harmonia com o direcionamento do negócio.

E isso tem tudo a ver com a próxima tendência: a de Passion Economy.

Passion Economy

Essa nova economia é a Passion Economy, que pode ser traduzida para Economia da Paixão. Ela consiste em pessoas transformarem seus hobbies e habilidades em uma alternativa para ganhar dinheiro, seja como negócio próprio ou como renda extra, mas existem muitas variações. 

Esse termo já aponta para um tipo de dedicação diferente, onde os criadores – nome dado para quem fornece algum tipo de habilidade como serviço – desenvolvem um trabalho baseado no seu direcionamento interno do que sente satisfação em fazer e sabe fazer bem. 

Afinal, é possível monetizar um hobbie? E, mais importante, é possível trabalharmos com o que gostamos?

Acreditamos que sim.

O papel da tecnologia nesse novo contexto

Diante das novas lógicas de trabalho, os colaboradores passam a ser contratados pelo seu conjunto de skills específicos, para atuarem em projetos – não mais para atuarem em papéis.

Para esse profissional, a autonomia, a liberdade e a oportunidade de trabalhar com o que gosta é uma vantagem que se destaca, abrindo mão da vida e da cultura corporativa para trabalhar por projeto.

Além disso, poder equilibrar diferentes projetos ao mesmo tempo, aprendendo e se desenvolvendo com desafios reais é uma grande oportunidade. Sem contar que o salário pode ser mais atrativo, justamente pela possibilidade de escolher o número de projetos em que o colaborador gostaria de atuar.

Por trás de tudo isso, está a tendência de empoderamento pessoal, na qual as pessoas tomam o controle de suas decisões, seguindo seu propósito e construindo sua própria narrativa.

Nesse cenário, podemos perceber que os avanços tecnológicos estão permitindo que as pessoas sigam esse padrão, não só nas marcas que consomem, mas também para as empresas que querem trabalhar. 

Então, a empresa que está entrevistando o funcionário ou o funcionário que está entrevistando a empresa?  

Na BossaBox, os melhores talentos são alocados em squads remotos e têm autonomia para exercer a sua função de forma personalizada, atuando apenas em sua posição. 

Os nossos squads de tecnologia são auto gerenciáveis, e a motivação desses profissionais diante de um novo desafio de produto, do complemento de renda e de uma cultura de trabalho remoto consolidada é notável.

Pronto para dar o próximo passo?

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